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MANUAL DE REGULAMENTOS  

PARA COMPETIÇÕES DE TREKKER TREK    

A.B.T.T.

Associação Brasileira de

Trekker Trek  

Edição Junho 2009

Holambra, SP

Índice

Cap.

Tema

Pág.

I.

SEGURANÇA

4

II.

ADVERTÊNCIAS

4

III.

CLASSIFICAÇÃO POR CATEGORIA

4

 

 

 

IV.

CATEGORIA LIVRE

5

V.

CLASSIFICAÇÃO POR PESO

5

VI.

DESENHO DO ENGATE E DAS SAPATAS

5

VII.

PARTICIPAÇÃO

6

VIII.

REGISTRO DO TRATOR

7

IX.

PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO

7

X.

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS CATEGORIA LIVRE

7

XI.

PONTUAÇÃO DE MOTORES

9

XII.

REGRAS DA COMPETIÇÃO

10

XIII.

PNEUS

10

XIV.

REGRAS GERAIS

10

XV.

SISTEMA DE PONTUAÇÃO DA PROVA

11

XVI.

PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA

11

XVII.

A PROVA

12

XVIII.

DESCRIÇÃO DAS FASES DA PROVA

13

XIX.

COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO

14

XX.

DESCLASSIFICAÇÃO

14

 

 

 

XXI.

CATEGORIA SUPER STOCK

15

XXII.

CLASSIFICAÇÃO POR PESO

15

XXIII.

DESENHO DO ENGATE E DAS SAPATAS

15

XXIV.

PARTICIPAÇÃO

16

XXV.

REGISTRO DO TRATOR

16

XXVI.

PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO

17

XXVII.

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS CATEGORIA SUPER STOCK

17

XXVIII.

PONTUAÇÃO DE MOTORES

19

XXIX.

REGRAS DA COMPETIÇÃO

20

XXX.

PNEUS

20

XXXI.

REGRAS GERAIS

20

XXXII.

SISTEMA DE PONTUAÇÃO DA PROVA

20

XXXIII.

PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA

21

XXXIV.

A PROVA

21

XXXV.

DESCRIÇÃO DAS FASES DA PROVA

23

XXXVI.

COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO

23

XXXVII.

DESCLASSIFICAÇÃO

24

 

 

 

XXXVIII.

CATEGORIA SUPER AGRÍCOLA

25

XXXIX.

PARTICIPAÇÃO

25

XL.

REGISTRO DO TRATOR

25

XLI.

PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO

25

XLII.

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS CATEGORIA SUPER AGRÍCOLA

 

26

XLIII.

REGRAS DA COMPETIÇÃO

28

XLIV.

PNEUS

28

XLV.

REGRAS GERAIS

28

XLVI.

PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA

29

XLVII.

A PROVA

29

XLVIII.

COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO

31

XLIX.

DESCLASSIFICAÇÃO

31

 COMISSÃO TÉCNICA  

PEDRO GROOT (19) 3802-1118 e-mail pedrogroot@holnet.com.br

HENRIQUE REIJERS (19) 3802-1478 e-mail hreijers@holnet.com.br

GERALDO FRADE (19) 3802-3044 e-mail

LUIZ ANTONIO B da SILVA (19) 9100-7032 e-mail luizantoni2@hotmail.com

HENRICUS WALRAVENS (19) 9703-1011 e-mail rraizes@dglnet.com.br

MARCOS ELTINK (19) 3802-1271 e-mail mgeltink@hotmail.com  

Comissão Organizadora TREKKER-TREK  

- Regras conferidas e ajustadas em Maio de 2003 por comissão formada em assembléia de Janeiro de 2003, formada por:

Johannes H. Eltink, Pedro H. Groot, Marcos G. Eltink, Luis Antonio B.da Silva e Martinho J. Hendrikx.  

- Regras conferidas e ajustadas em Outubro de 2008 por comissão formada em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 26 de Setembro de 2008, formada por:

Geraldo Frade, Marcos G. Eltink, Luis Antonio B.da Silva e Leandro B.da Silva.  

- Regras conferidas e ajustadas em junho de 2009 por comissão formada por:

Luis Antonio B.da Silva e Marcos G. Eltink.  

ABTT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREKKER TREK

LOTE F13, CAIXA POSTAL 122

CAMANDUCAIA - HOLAMBRA – SP                   CEP 13.825-000

CNPJ: 03.575.642/0001-07

Site: www.trekkertrek.com.br

E-mail: trekkertrek@trekkertrek.com.br  

I - SEGURANÇA:  

A cada competição organizada ou acompanhada pela ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek), o item segurança deverá sempre prevalecer em qualquer atitude ou tomada de decisão. Os tratores dispõem de mais força bruta por cavalo do que qualquer outro esporte. Com material tão potente o aspecto de segurança não pode deixar de ser suficientemente frisado.  

Neste manual existem diversas exigências, às quais devem ser inteiramente satisfeitas para que o Trator possa estar em condições de participar das competições organizadas pela ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek).

A ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek) e as organizações ligadas a ela, não realizarão uma competição caso todos os itens de segurança não sejam satisfeitos.

 II - ADVERTÊNCIAS:

Este regulamento serve exclusivamente como linha de referência para os tratores e para os itens de Segurança em geral.  

É de responsabilidade do participante fazer com que seu trator satisfaça todas as exigências que constam neste regulamento.  

Este regulamento, portanto, também não protege de maneira alguma os participantes, instrutores, acompanhantes e espectadores de um possível acidente.

 É de obrigação do participante entrar e com a ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek) e exigir o seu Manual de Regras, pois sem a plena satisfação o participante será impedido de participar das provas organizadas pela ABTT;

 Todos os participantes são obrigados a contatarem a comissão técnica da ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek) quando estiverem planejando reformar um Trator antigo de sua propriedade, ou construir um Trator novo;

 Após o contato com a Comissão Técnica será agendada uma vistoria em seu equipamento, sem a qual também fica vetada a sua participação. Esta vistoria deverá ser realizada com antecedência, pois itens que não estiverem visíveis deverão ser desmontados para que se tenha uma visão geral e que possam se conferir as medidas dos itens de segurança;

 Os regulamentos podem sofrer alterações conforme forem às necessidades, com inovações técnicas que visam o aumento da segurança da competição.  

III - CLASSIFICAÇÃO POR CATEGORIA:  

1.)     Categoria Livre: 2.400, 2.500, 3.400, 4.400.

2.)     Categoria Super Stock: 5.500.

3.)     Categoria Super Agrícola: 2.500, 3.500, 4.500, 5.500, 6.500 e 7.500  

IV - CATEGORIA LIVRE:  

V - CLASSIFICAÇÃO POR PESO:  

1.)     Categoria Livre:  

1.1)  2.400: 2.400 kg

1.2)  2.500: 2.500 kg

1.3)  3.400: 3.400 kg

1.4)  4.400: 4.400 kg  

OBSERVAÇÕES:

 No peso oficial estão inclusos: trator com piloto, combustível e equipamentos de segurança.  

* Deve-se dispor de no mínimo 100 kg de peso descontável.

* O trator será pesado somente com a presença do piloto na plataforma de peso.

 - Classe de peso será: Livre 2.400 kg , 2.500 kg , 3.400 kg , 4.400 kg .

 ·         Uso obrigatório de capacete;

 ·         Uso Obrigatório de Macacão de Proteção;  

·         É obrigatório o uso de sapata nas Categorias Livre, conforme a figura 1.

 VI - DESENHO DO ENGATE E DAS SAPATAS (FIGURA 1):

 As sapatas devem ultrapassar pelo menos 20 cm dos pneus traseiros;  

A distância máxima entre a sapata e o chão não deve ultrapassar 25 cm ;  

O apoio (chapas) da sapata deve ter no mínimo 150 cm2, ou seja, 10 x 15 cm ;  

A distância mínima entre as sapatas deve ser de 50 cm ;  

O comprimento mínimo da barra de engate é de 45 cm , sendo ela medida a partir do centro do eixo traseiro até o centro do furo da barra de engate.  

O Teste de Resistência da sapata será executado com o levante do Trator por uma das sapatas através da colocação de um macaco abaixo da mesma, a qual não deverá sofrer deformação alguma. Caso o Trator participe de uma categoria que exija a colocação de peso lastro é necessário que eles estejam acoplados para a realização do teste.  

 

Figura 1: Esquema de montagem das sapatas e da barra de engate.

 VII - PARTICIPAÇÃO:

 1. Todos os Tratores participantes da Categoria Livre de uma competição reconhecida pela ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek), devem ter seu piloto impreterivelmente associado à mesma, com sua ficha cadastral atualizada e sua contribuição anual em dia (A Contribuição anual é definida em Assembléia Geral Ordinária );

 2. Caso o Trator seja de propriedade de uma sociedade, ela deve nomear um dos sócios para que se associe a ABTT e os demais que pilotarão deverão contribuir com uma Taxa de Participação, que dará o direito a participar de uma (1) classe de uma (1) categoria de uma (1) prova. Caso venha a participar de mais de uma (1) classe será necessário contribuir com o número de taxas correspondente ao número de participações;

 3. Os participantes que pilotarem os tratores devem possuir a carteira nacional de habilitação valida;

 4. É proibida a participação em uma competição que não seja organizada pela ABTT ou por uma organização ligada a ela. Assim como, não é permitida a participação em competições que utilizem uma carreta reboque não aprovada e autorizada pela Comissão Técnica da ABTT;

 5. É proibida a participação do trator sem a realização da vistoria de segurança realizada com antecedência pela Comissão Técnica do Trekker Trek;

 6. As Equipes devem assinar, antes das competições, uma ficha de inscrição confirmando as categorias participantes, e observações necessárias, além do termo de responsabilidade quanto a acidentes com sua máquina, equipamentos e acessórios, este, porém podendo ser anual;

 VIII - REGISTRO DO TRATOR:

 1. Cada Trator deve ter um número ou um nome de registro que esteja de forma visível nos dois lados do veículo.

 2. Um proprietário pode vender seu Trator, inclusive o número de registro e/ou nome do veículo.

 IX - PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO:

1. Uma máquina, na categoria livre, pode ser inscrita em duas classes de peso, mas apenas uma (1) vez em cada classe.

 2. Em cada campeonato, as classes mencionadas com antecedência são percorridas, mas a seqüência pode ser modificada.

 X – REGULAMENTOS ESPECIFÍCOS CATEGORIA LIVRE:

 1. Tratores da categoria livre são veículos que poderão usar qualquer forma de combinação de motores, transmissão e redução final, sendo que os motores são classificados conforme a cilindrada dos mesmos, que são transformados em pontos. A somatória dos pontos não pode ser maior do que o total da pontuação por classe;

 2. Não é permitido o uso de qualquer combustível a base de nitrometano, ou combustível, que no veículo esteja armazenado em cilindros pressurizados;

 3. É permitido o uso de combustíveis a base de álcool etílico, álcool metílico (metanol), gasolina, gasolina de aviação, óleo diesel e biodiesel;

 4. Uso obrigatório de Sapatas de Segurança;  

5. O Sistema de Embreagem (platô, disco e volante) deve ser protegido por uma chapa de ferro de no mínimo 12 mm de espessura de forma cilíndrica, a qual envolve todo sistema. Este cilindro deverá ser bem parafusado com parafusos de 8.8 de dureza e em número e espessura suficiente para que não ocorra nenhuma ruptura e assim se evite que haja o arremesso de partícula;

 6. É proibido o uso de volantes de Ferro Fundido ou qualquer outro material fundido;  

7. Para Tratores da Categoria Livre que utilizam a carcaça de ferro fundido para a acomodação da embreagem é necessário que se tenha a proteção cilíndrica internamente, caso não seja possível, é necessário que se tenha um chassi estrutural a partir do eixo traseiro até a parte frontal do trator, assim como a proteção externa de forma cilíndrica, ou de forma semelhante. Esta proteção deverá ter a espessura mínima de 12 mm . Também é permitido o uso de manta de aço, mas da mesma forma ela deverá ser colocada envolvendo todo o sistema de embreagem. Esta manta de aço deverá estar dentro do seu prazo de Validade. Este forma de proteção só poderá ser utilizada com a aprovação da Comissão Técnica da ABTT;

 8. O Engate poderá ter altura máxima de 50 cm , a aferição da altura será realizada no ponto mais alto da barra de engate, devendo ele ser regulável;

 9. O comprimento do engate é de no mínimo 45 cm , esta medição é realizada a partir do centro do eixo traseiro até o centro do furo do engate conforme se pode visualizar na figura 1;

 10. É proibido o uso de qualquer ligação entre a barra de engate e algum ponto acima do centro do eixo traseiro do veículo;

11. Não é permitido qualquer movimento, que não seja para cima ou para baixo, na barra de engate;

 12. O acelerador deve ser acionado para frente, e deverá existir uma mola para que ocorra uma desaceleração do veículo assim que se solte o acelerador;

  13. A dimensão máxima de um Trator da Categoria Livre e Super Stock não poderá ultrapassar 426 cm de comprimento além do centro do eixo traseiro, inclusive os pesos lastros;  

14. É obrigatória a presença de um engate na parte frontal do veículo para que seja efetuada a retirada do veículo da pista, sendo que o diâmetro do furo deste deve ser de uma polegada. Será descontado o engate na medição do comprimento total do veículo;  

15. A hélice do radiador deverá ser protegida com chapa de ferro de no mínimo 3 mm de espessura, assim como polias e correias;

 16. Qualquer corrente de transmissão deve estar devidamente protegida com chapa de ferro adequada de no mínimo 5 mm de espessura;  

17. Não é permitido rodado duplo;

 18. O parafuso da regulagem da altura do engate, deve ter uma contra-porca acionada com chave; e nela tem se a necessidade de haver uma argola para se lacrar o parafuso.  

19. Os pneus não podem ser mais largos que 30,5 polegadas ;  

20. Para pneus com largura superior a 24,5 polegadas , a medida do aro não pode ser maior que 32 polegadas ;

 21. Para a Categoria Livre 2.400 não é permitido o uso de pneus mais largos que 23,5 polegadas ;

 22. É obrigatória a colocação de nod-stop (dispositivo de segurança que interrompe imediatamente o funcionamento dos motores do trator acionado pela carreta);  

23. Não é permitido a ligação do nod-stop com a barra de engate ou com as sapatas, ela deverá estar ligada diretamente com a carcaça do Trator;  

24. Calçar o encosto do assento de pilotagem com algum tipo de travessa;  

25. É obrigatório que o veículo tenha freio estacionário e freios traseiros eficientes;  

26. A ABTT aconselha que o veículo ao ser transportado não seja amarrado na barra de engate para garantia da sua integridade;  

27. Para a colocação dos pesos lastro traseiro não é permitido que se ultrapasse o raio do pneu traseiro de forma que não se ultrapasse o limite superior e o limite traseiro do pneu, conforme podemos visualizar na figura 2.  

28. Os pesos lastros traseiros não poderão impedir e ou dificultar o acesso a barra de engate;  

Figura 2: Colocação de pesos lastros traseiros.  

29. É necessário uma vistoria da Comissão Técnica da ABTT para que o trator tenha a sua participação permitida nas competições organizadas pela ABTT;  

30. Para a realização da vistoria é de obrigação do participante entrar em contato com a Comissão Técnica da ABTT com antecedência e agendar uma primeira vistoria técnica com no mínimo um (1) mês antes da competição com todos os equipamentos de segurança visíveis e que permitem a sua aferição até a proteção interna, nem que seja necessário o seu desmonte para a sua visualização.

 XI- PONTUAÇÃO DE MOTORES  

1. MOTORES A GASOLINA, ÁLCOOL E/OU METANOL.  

Motores a gasolina, álcool ou metanol terão suas capacidades, em litros, transformadas em pontos.

 Ex: Um motor de 4,9 litros terá o equivalente a 4,9 pontos.

 Caso se acople ao motor:  

- Turbos com ou sem injeção, os pontos serão aumentados em 50%;

 - Blowers com ou sem injeção, os pontos serão aumentados em 100%.

 2. MOTORES A DIESEL  

No de motores a diesel terão 75% da capacidade total do motor em litros, os quais serão transformados em pontos.

 Ex. motor de 10 litros terá 7,5 pontos.

 Caso se acople ao motor diesel:

 Turbos com:

1 estágio de pressão os pontos serão aumentados em 25%;  

2 estágios de pressão os pontos serão aumentados em 50%;  

3 estágios de pressão os pontos serão aumentados em 100%.

 3. PONTUAÇÃO EM 2008

   Categoria 2.400 kg – 5,3 Pontos  

OBS: PARA A CATEGORIA 2.400 não será permitido o uso de turbo.

 Categoria 2.500 kg - 10,5 Pontos  

Categoria 3.400 kg - 16,5 Pontos  

Categoria 4.400 kg - 20,5 Pontos

 Para que o Trator participe de mais de uma categoria não será necessário que se retirem os motores para que se encaixe na pontuação exigida para a sua participação, somente o seu desacoplamento, desde que seja bem visível para o público e para o juiz de prova que estejam desligados.

 XII - REGRAS DA COMPETIÇÃO

 XIII - PNEUS

1. A participação só é possível com tratores/veículos com pneus de borracha;

 2. Tração nas quatro, pneu duplo, roda de ferro e correntes não são permitidos.

 XIV - REGRAS GERAIS

1. É necessário o laudo de vistoria da Comissão Técnica para a participação nas competições organizadas pela ABTT;  

2. Os veículos devem sempre ser conduzidos de forma segura. A comissão Técnica tem o direito de excluir um participante de participar caso ele não cumpra as exigências de segurança;  

3. O motor de um veículo participante pode ser acionado somente quando o tratorista estiver no assento. Somente quando o motor estiver completamente parado, o tratorista poderá deixar o veículo;  

4. É permitido somente ao tratorista estar num veículo em movimento. Pegar carona é proibido durante toda a área da competição;  

5. É rigorosamente proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelo piloto e ajudante antes do início da competição e durante a mesma. Para eles é igualmente proibido fumar na pista de competição e no eventual local da apresentação.

 6. Somente o piloto com um ajudante está autorizado a entrar na pista da competição. No caso de um outro sócio do time se encontrar na pista sem autorização, pode-se até desclassificar o veículo. É considerada pista, a faixa onde acontece a competição, com uma margem de segurança de 10 metros estabelecida pela organização da competição.  

7. Um participante pode ser impedido de participar quando se comportar de maneira antiesportiva diante de outro participante, funcionário ou diante de um espectador.

8. Cada participante tem o direito de apresentar um protesto contra a direção da competição ou contra um outro participante de sua categoria por escrito, com uma taxa de R$ 100,00 reais. Isto somente, enquanto a categoria em questão não estiver oficialmente terminada.  

9. Numa competição todos os participantes são obrigados a assistir uma reunião de participantes, que é feita uma (1) hora antes do início da competição, pela direção da competição.

 XV - SISTEMA DE PONTUAÇÃO DA PROVA  

Primeira Colocação

8

Pontos

Segunda colocação

6

Pontos

Terceira colocação

5

Pontos

Quarta colocação

4

Pontos

Quinta colocação

3

Pontos

Sexta em diante

2

Pontos

 XVI - PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA  

1. As competições devem acontecer numa pista de terra, com um comprimento de cem (100) metros e com uma continuação livre de no mínimo vinte (20) metros no inicio e trinta (30) metros no final da pista. A pista de terra deve ter uma largura de no mínimo dez (10) metros e no máximo doze (12) metros. Com faixa de segurança de dez (10) metros de cada lado.

  2. A pista deverá receber manutenção após cada puxada completada, mas poderá ser molhada somente entre uma categoria e outra.

 3. Durante a prova, ninguém, exceto os funcionários da pista e o tratorista do veículo, tem acesso à pista. Considerada-se pista, a mesma e mais uma margem estabelecida pela organização.

 4. Em cada prova deverão estar presentes os bandeirinhas da largada e chegada.

 5. Quando a bandeira vermelha estiver sendo mostrada ao participante por um dos bandeirinhas, ele deve permanecer parado ou parar imediatamente.  

Em caso de transgressão dessa regra, segue desclassificação da prova realizada.  

6. O bandeirinha da largada é sempre responsável pela acomodação do reboque.  

OBSERVAÇÕES: 

I - O tratorista deverá manobrar o trator a frente da carreta, em seguida colocar o veículo em neutra (ponto morto) e tirar o pé da embreagem;  

II - Um funcionário da ABTT irá acoplar a carreta ao trator;  

III - Somente esticar a corrente para a posição de largada com autorização do bandeirinha, são medidas de segurança.  

7. É proibido fumar e consumir bebidas alcoólicas durante as provas para funcionários da pista.    

XVII - A PROVA  

1. "PROVA" - É uma competição dentro da Categoria Livre, classes 2.400 kg , 2.500 kg , 3.400 kg e 4.400 kg e Categoria Super Stock, classe 5.500 kg ;  

2. "PUXADA" - É a puxada de todos os competidores com o mesmo peso na carreta.  

3. “FULL PULL” – É a puxada realizada até o final da pista, superando o limite final dos 100 metros .  

4. “REPUXADA” – É quando o competidor aborta a sua puxada antes dos 20 metros , assim tendo o direito a uma repuxada logo a seguir. Dentro de cada categoria (ex: Livre 3.400 kg ) o competidor terá direito somente a uma repuxada, independente da fase.  

5. Cada participante deverá iniciar a sua puxada dentro de dois minutos após acomodação do reboque na posição de largada, e após ter sido dado o sinal pelo bandeirinha da largada. Quando o bandeirinha da largada é alertado pelo participante que o mesmo está com problemas, este participante pode ter sua vez adiada, sendo o período máximo, o intervalo de uma alteração de peso no reboque.  

6. Cada veículo deverá iniciar sua puxada com a corrente bem esticada. Dar tranco não é permitido, nem mesmo durante a prova.  

7. Entende-se como puxada, o deslocamento do reboque a uma distância mensurável.

 8. Um participante só poderá iniciar sua puxada quando o bandeirinha da largada e da chegada derem bandeira verde.  

9. Se um participante parar o reboque por vontade própria, soltando o acelerador de mão antes de ultrapassar a linha de 20 metros e sem ter sido dada bandeira vermelha, então este participante, poderá repetir a puxada uma (1) vez por classe. Automaticamente fica cancelado o resultado da primeira prova.  

10. Após uma parada espontânea, nada poderá ser alterado no veículo e não haverá manutenção da pista.  

11. Cada participante terá somente uma chance de dar a repuxada por classe de peso. E isso só é valido para a primeira puxada da classe em questão. (caso na primeira puxada não alcançar o Full-Pull).  

12. Fica a critério do participante se vai repuxar ou não, pois prevalecerá a última puxada, queimando a única chance que ele tem de repuxar.  

13. Se o último participante tem problemas com seu material numa classe, e avisa isto ao bandeirinha da largada antes do participante anterior ter deixado a pista, então ele ganha 5 minutos para fazer a puxada.  

14. Se o participante, sair com alguma parte do veículo da pista, desta forma queimando a faixa será advertido com uma bandeira vermelha e a sua evolução na pista deverá ser imediatamente abortada e o participante será automaticamente desclassificado da prova.  

15. Tratores da Categoria Livre e Super Stocks devem chegar em frente ao reboque com força própria, devendo deixar a pista, após a prova, com o auxílio de um rebocador.  

16. O retorno ao local de estacionamento e a movimentação neste local deverá acontecer lentamente.  

17. Se durante a prova houver perda excessiva de líquido (combustível, etc.) o competidor poderá ter a sua prova cancelada.  

18. Em caso de mau funcionamento do material da ABTT ou problemas com funcionários da organização, o participante ainda terá, após ter sido corrigido o erro, iniciar a sua prova imediatamente fazendo uso dos dois minutos válidos anteriormente e ainda tem a chance de adiar sua vez em cinco minutos.  

19. Para os participantes da prova de Trekker-Trek só é permitido participar de competições e demonstrações organizadas pela ABTT e quando for feito uso de um reboque aprovado pela mesma associação.  

20. Não é permitida a troca do tratorista durante a competição, salvo caso haja autorização do diretor de provas.

 21. É de responsabilidade do participante informar ao diretor de prova a quebra e conseqüentemente desistência da prova.

 XVIII – DESCRIÇÃO DAS FASES DA PROVA  

I – As “puxadas” se realizarão da seguinte forma:  

A) Primeira Fase Na primeira fase o competidor terá a oportunidade de realizar duas (2) puxadas para que atinja o “Full Pull”;  

A.1) Primeira Puxada – O juiz de prova determinará o peso de partida do reboque para a classe participante, onde todos realizarão suas puxadas;  

A.2) Segunda Puxada – Todos os participantes realizarão a segunda puxada com o mesmo peso do reboque utilizado na primeira puxada;  

A.3) Caso o competidor atinja o “Full Pull” na primeira puxada ele estará dispensado da segunda puxada;  

B) Segunda Fase – Só terão direito a participar da segunda fase e realizar a terceira puxada os competidores que fizerem “Full Pull” na primeira ou na segunda puxada;  

B.1) Terceira Puxada – O Juiz de Prova determinará a quantidade que deverá ser aumentada de pesos na carreta reboque para que todos que tenham passado para a segunda fase realizarem as suas puxadas;  

B.2) Quarta Puxada – Só acontecerá uma quarta puxada se mais de um competidor atingir o “Full Pull”;  

C) Caso nenhum competidor consiga realizar o “Full Pull” na primeira ou na segunda puxada, será considerado como resultado final a sua melhor puxada realizada, tomando como base a primeira e a segunda puxada.  

XIX - COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO  

A competição está sob administração da comissão da competição que é composta pelas seguintes integrantes:  

A) Diretor da competição  

B) Bandeirinha de largada  

C) Bandeirinha de chegada  

1. O diretor da competição tem aptidão de tomar decisões na competição. Estas decisões valem para todos os envolvidos.  

2. O diretor de prova tem poder absoluto de decisão, ficando sob sua responsabilidade a decisão final da prova.  

3. A comissão da competição deverá durante uma competição, fazer uso das regras conforme estão escritas no manual de regulamentos.  

4. É de competência da ABTT exigir que seu diretor de prova, fiscais e bandeirinhas tenham pleno conhecimento das regras da competição.  

XX - DESCLASSIFICAÇÃO  

1. Um participante pode ser excluído de participar de uma competição por algum dos seguintes motivos:  

A) O veículo não satisfaz às exigências constantes do regulamento.  

A.1) A Comissão Técnica em comum acordo com o Juiz de Prova tem a competência de desclassificar um Trator que não satisfaz os regulamentos que constam no manual até no dia da competição.  

B) Comportamento antiesportivo do time.  

C) Perda de pesos lastros enquanto o veículo se encontrar na pista em movimento sob bandeira verde.  

D) Dirigir de forma insegura um veículo.  

E) Recusar bandeira vermelha.  

Obs: Para qualquer alteração feita no trator, as equipes deverão informar para a comissão técnica.  

XXI – CATEGORIA SUPER STOCK:  

XXII - CLASSIFICAÇÃO POR PESO:

1.) Categoria Super Stock:

1.1) Classe 5.500: 5.500 kg  

OBSERVAÇÕES:

No peso oficial estão inclusos: trator com piloto, combustível e equipamentos de segurança.  

* Deve-se dispor de no mínimo 100 kg de peso descontável.  

* O trator será pesado somente com a presença do piloto na plataforma de peso.  

·         Uso obrigatório de capacete;  

·         Uso Obrigatório de Macacão de Proteção;  

·         É obrigatório o uso de sapata nas Categorias Livre e Super Stock, conforme a figura 1.  

XXIII - DESENHO DO ENGATE E DAS SAPATAS (FIGURA 1):  

Figura 1: Esquema de montagem das sapatas e da barra de engate.

As sapatas devem ultrapassar pelo menos 20 cm dos pneus traseiros;  

A distância máxima entre a sapata e o chão não deve ultrapassar 25 cm ;  

O apoio (chapas) da sapata deve ter no mínimo 150 cm2, ou seja, 10 x 15 cm ;

 A distância mínima entre as sapatas deve ser de 50 cm ;

 O comprimento mínimo da barra de engate é de 45 cm , sendo ela medida a partir do centro do eixo traseiro até o centro do furo da barra de engate.

 O Teste de Resistência da sapata será executado com o levante do Trator por uma das sapatas através da colocação de um macaco abaixo da mesma, a qual não deverá sofrer deformação alguma. Caso o Trator participe de uma categoria que exija a colocação de peso lastro é necessário que eles estejam acoplados para a realização do teste.

 XXIV - PARTICIPAÇÃO:  

1. Todos os participantes da Categoria Super Stock de uma competição reconhecida pela ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek), devem impreterivelmente pagar a Taxa de Participação e ter a sua ficha cadastral atualizada (Taxa definida em Assembléia Geral Ordinária );  

2. Caso o Trator seja de propriedade de uma sociedade, e possuirá mais de um piloto, todos deverão contribuir com uma Taxa de Participação, que dará o direito a participar de uma (1) classe de uma (1) categoria de uma (1) prova. Caso houver mais classes e o Trator venha a participar de mais de uma (1) classe será necessário contribuir com o número de taxas correspondente ao número de participações;

 3. Os participantes que pilotarem os tratores devem possuir a carteira nacional de habilitação valida;

 4. É proibida a participação em uma competição que não seja organizada pela ABTT ou por uma organização ligada a ela. Assim como, não é permitida a participação em competições que utilizem uma carreta reboque não aprovada e autorizada pela Comissão Técnica da ABTT;

 5. É proibida a participação do trator sem a realização da vistoria de segurança realizada com antecedência pela Comissão Técnica do Trekker Trek;

 6. As Equipes devem assinar, antes das competições, uma ficha de inscrição confirmando as categorias participantes, e observações necessárias, além do termo de responsabilidade quanto a acidentes com sua máquina, equipamentos e acessórios, este, porém podendo ser anual;  

XXV - REGISTRO DO TRATOR:

 1. Cada Trator deve ter um número ou um nome de registro que esteja de forma visível nos dois lados do veículo.

 2. Um proprietário pode vender seu Trator, inclusive o número de registro e/ou nome do veículo.

 XXVI - PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO:

 1. Uma máquina, na categoria Super Stock, pode ser inscrita em duas classes de peso, caso houver, mas apenas uma (1) vez em cada classe.

 2. Em cada campeonato, as classes mencionadas com antecedência são percorridas, mas a seqüência pode ser modificada.

 XXVII – REGULAMENTOS ESPECIFÍCOS CATEGORIA SUPER STOCK:

 1. Tratores da Categoria Super Stock são Tratores que poderão ter apenas um (1) motor associado a uma transmissão e redução final, sendo que o motor é classificado conforme a cilindrada do mesmo, que é transformada em pontos. A este motor pode-se associar várias turbinas, obedecendo a regra para aumento dos pontos com o uso das turbinas. A somatória dos pontos não pode ser superior ao total da pontuação por classe;

 2. Não é permitido o uso de qualquer combustível a base de nitrometano, ou combustível, que no veículo esteja armazenado em cilindros pressurizados;

 3. É permitido o uso de combustíveis a base de álcool etílico, álcool metílico (metanol), gasolina, gasolina de aviação, óleo diesel e biodiesel;

 4. Uso obrigatório de Sapatas de Segurança;

 5. O Sistema de Embreagem (platô, disco e volante) deve ser protegido por uma chapa de ferro de no mínimo 12 mm de espessura de forma cilíndrica, a qual envolve todo sistema. Este cilindro deverá ser bem parafusado com parafusos de 8.8 de dureza e em número e espessura suficiente para que não ocorra nenhuma ruptura e assim se evite que haja o arremesso de partícula;

 6. É proibido o uso de volantes de Ferro Fundido ou qualquer outro material fundido;

 7. Para Tratores da Super Stock que utilizam a carcaça de ferro fundido para a acomodação da embreagem é necessário que se tenha a proteção cilíndrica internamente, caso não seja possível, é necessário que se tenha um chassi estrutural a partir do eixo traseiro até a parte frontal do trator, assim como a proteção externa de forma cilíndrica, ou de forma semelhante. Esta proteção deverá ter a espessura mínima de 12 mm . Também é permitido o uso de manta de aço, mas da mesma forma ela deverá ser colocada envolvendo todo o sistema de embreagem. Esta manta de aço deverá estar dentro do seu prazo de Validade. Este forma de proteção só poderá ser utilizada com a aprovação da Comissão Técnica da ABTT;

 8. O Engate poderá ter altura máxima de 50 cm , a aferição da altura será realizada no ponto mais alto da barra de engate, devendo ele ser regulável;

 9. O comprimento do engate é de no mínimo 45 cm , esta medição é realizada a partir do centro do eixo traseiro até o centro do furo do engate conforme se pode visualizar na figura 1;

 10. É proibido o uso de qualquer ligação entre a barra de engate e algum ponto acima do centro do eixo traseiro do veículo;

11. Não é permitido qualquer movimento, que não seja para cima ou para baixo, na barra de engate;

 12. O acelerador deve ser acionado para frente, e deverá existir uma mola para que ocorra uma desaceleração do veículo assim que se solte o acelerador;

  13. A dimensão máxima de um Trator da Categoria Super Stock não poderá ultrapassar 426 cm de comprimento além do centro do eixo traseiro, inclusive os pesos lastros;

 14. É obrigatória a presença de um engate na parte frontal do veículo para que seja efetuada a retirada do veículo da pista, sendo que o diâmetro do furo deste deve ser de uma polegada. Será descontado o engate na medição do comprimento total do veículo;

  15. A hélice do radiador deverá ser protegida com chapa de ferro de no mínimo 3 mm de espessura, assim como polias e correias;

 16. Qualquer corrente de transmissão deve estar devidamente protegida com chapa de ferro adequada de no mínimo 5 mm de espessura;  

17. Não é permitido rodado duplo;  

18. O parafuso da regulagem da altura do engate, deve ter uma contra-porca acionada com chave; e nela tem se a necessidade de haver uma argola para se lacrar o parafuso.  

19. Os pneus não podem ser mais largos que 30,5 polegadas ;

 20. Para pneus com largura superior a 24,5 polegadas , a medida do aro não pode ser maior que 32 polegadas ;

 21. É obrigatória a colocação de nod-stop (dispositivo de segurança que interrompe imediatamente o funcionamento dos motores do trator acionado pela carreta);

 22. Não é permitido a ligação do nod-stop com a barra de engate ou com as sapatas, ela deverá estar ligada diretamente com a carcaça do Trator;

 23. Calçar o encosto do assento de pilotagem com algum tipo de travessa;

 24. É obrigatório que o veículo tenha freio estacionário e freios traseiros eficientes;

  25. A ABTT aconselha que o veículo ao ser transportado não seja amarrado na barra de engate para garantia da sua integridade;  

Figura 2: Colocação de pesos lastros traseiros.

26. Para a colocação dos pesos lastro traseiro não é permitido que se ultrapasse o raio do pneu traseiro de forma que não se ultrapasse o limite superior e o limite traseiro do pneu, conforme podemos visualizar na figura 2.

 27. Os pesos lastros traseiros não poderão impedir e ou dificultar o acesso a barra de engate;  

28. É necessário uma vistoria da Comissão Técnica da ABTT para que o trator tenha a sua participação permitida nas competições organizadas pela ABTT;

 29. Para a realização da vistoria é de obrigação do participante entrar em contato com a Comissão Técnica da ABTT com antecedência e agendar uma primeira vistoria técnica com no mínimo um (1) mês antes da competição com todos os equipamentos de segurança visíveis e que permitem a sua aferição até a proteção interna, nem que seja necessário o seu desmonte para a sua visualização.

 XXVIII - PONTUAÇÃO DE MOTORES  

1. MOTORES A GASOLINA, ÁLCOOL E/OU METANOL.

 Motores a gasolina, álcool ou metanol terão suas capacidades, em litros, transformadas em pontos.

 Ex: Um motor de 4,9 litros terá o equivalente a 4,9 pontos.

 Caso se acople ao motor:  

- Turbos com ou sem injeção, os pontos serão aumentados em 50%;

 - Blowers com ou sem injeção, os pontos serão aumentados em 100%.

 2. MOTORES A DIESEL  

No de motores a diesel terão 75% da capacidade total do motor em litros, os quais serão transformados em pontos.

 Ex. motor de 10 litros terá 7,5 pontos.

 Caso se acople ao motor diesel:  

Turbos com:  

1 estágio de pressão os pontos serão aumentados em 25%;  

2 estágios de pressão os pontos serão aumentados em 50%;  

3 estágios de pressão os pontos serão aumentados em 100%.  

3. PONTUAÇÃO EM 2008  

Categoria Super Stock – 12,5 Pontos  

XXIX - REGRAS DA COMPETIÇÃO  

XXX - PNEUS  

1. A participação só é possível com tratores/veículos com pneus de borracha;

 2. Tração nas quatro, pneu duplo, roda de ferro e correntes não são permitidos.

 XXXI - REGRAS GERAIS

 1. É necessário o laudo de vistoria da Comissão Técnica para a participação nas competições organizadas pela ABTT;

 2. Os veículos devem sempre ser conduzidos de forma segura. A comissão Técnica tem o direito de excluir um participante de participar caso ele não cumpra as exigências de segurança;

 3. O motor de um veículo participante pode ser acionado somente quando o tratorista estiver no assento. Somente quando o motor estiver completamente parado, o tratorista poderá deixar o veículo;  

4. É permitido somente ao tratorista estar num veículo em movimento. Pegar carona é proibido durante toda a área da competição;

 5. É rigorosamente proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelo piloto e ajudante antes do início da competição e durante a mesma. Para eles é igualmente proibido fumar na pista de competição e no eventual local da apresentação.

 6. Somente o piloto com um ajudante está autorizado a entrar na pista da competição. No caso de um outro sócio do time se encontrar na pista sem autorização, pode-se até desclassificar o veículo. É considerada pista, a faixa onde acontece a competição, com uma margem de segurança de 10 metros estabelecida pela organização da competição.  

7. Um participante pode ser impedido de participar quando se comportar de maneira antiesportiva diante de outro participante, funcionário ou diante de um espectador.

 8. Cada participante tem o direito de apresentar um protesto contra a direção da competição ou contra um outro participante de sua categoria por escrito, com uma taxa de R$ 100,00 reais. Isto somente, enquanto a categoria em questão não estiver oficialmente terminada.  

9. Numa competição todos os participantes são obrigados a assistir uma reunião de participantes, que é feita uma (1) hora antes do início da competição, pela direção da competição.  

XXXII - SISTEMA DE PONTUAÇÃO DA PROVA  

Primeira Colocação

8

Pontos

Segunda colocação

6

Pontos

Terceira colocação

5

Pontos

Quarta colocação

4

Pontos

Quinta colocação

3

Pontos

Sexta em diante

2

Pontos

 XXXIII - PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA

 1. As competições devem acontecer numa pista de terra, com um comprimento de cem (100) metros e com uma continuação livre de no mínimo vinte (20) metros no inicio e trinta (30) metros no final da pista. A pista de terra deve ter uma largura de no mínimo dez (10) metros e no máximo doze (12) metros. Com faixa de segurança de dez (10) metros de cada lado.

2. A pista deverá receber manutenção após cada puxada completada, mas poderá ser molhada somente entre uma categoria e outra.  

3. Durante a prova, ninguém, exceto os funcionários da pista e o tratorista do veículo, tem acesso à pista. Considerada-se pista, a mesma e mais uma margem estabelecida pela organização.

 4. Em cada prova deverão estar presentes os bandeirinhas da largada e chegada.

 5. Quando a bandeira vermelha estiver sendo mostrada ao participante por um dos bandeirinhas, ele deve permanecer parado ou parar imediatamente.

 Em caso de transgressão dessa regra, segue desclassificação da prova realizada.

 6. O bandeirinha da largada é sempre responsável pela acomodação do reboque.

 OBSERVAÇÕES: 

I - O tratorista deverá manobrar o trator a frente da carreta, em seguida colocar o veículo em neutra (ponto morto) e tirar o pé da embreagem;

 II - Um funcionário da ABTT irá acoplar a carreta ao trator;  

III - Somente esticar a corrente para a posição de largada com autorização do bandeirinha, são medidas de segurança.  

7. É proibido fumar e consumir bebidas alcoólicas durante as provas para funcionários da pista.  

XXXIV - A PROVA

 1. "PROVA" - É uma competição dentro da Categoria Livre, classes 2.400 kg , 2.500 kg , 3.400 kg e 4.400 kg e Categoria Super Stock, classe 5.500 kg ;

 2. "PUXADA" - É a puxada de todos os competidores com o mesmo peso na carreta.

 3. “FULL PULL” – É a puxada realizada até o final da pista, superando o limite final dos 100 metros .  

4. “REPUXADA” – É quando o competidor aborta a sua puxada antes dos 20 metros , assim tendo o direito a uma repuxada logo a seguir. Dentro de cada categoria (ex: Livre 3.400 kg ) o competidor terá direito somente a uma repuxada, independente da fase.

 5. Cada participante deverá iniciar a sua puxada dentro de dois minutos após acomodação do reboque na posição de largada, e após ter sido dado o sinal pelo bandeirinha da largada. Quando o bandeirinha da largada é alertado pelo participante que o mesmo está com problemas, este participante pode ter sua vez adiada, sendo o período máximo, o intervalo de uma alteração de peso no reboque.

 6. Cada veículo deverá iniciar sua puxada com a corrente bem esticada. Dar tranco não é permitido, nem mesmo durante a prova.

 7. Entende-se como puxada, o deslocamento do reboque a uma distância mensurável.

 8. Um participante só poderá iniciar sua puxada quando o bandeirinha da largada e da chegada derem bandeira verde.

 9. Se um participante parar o reboque por vontade própria, soltando o acelerador de mão antes de ultrapassar a linha de 20 metros e sem ter sido dada bandeira vermelha, então este participante, poderá repetir a puxada uma (1) vez por classe. Automaticamente fica cancelado o resultado da primeira prova.

 10. Após uma parada espontânea, nada poderá ser alterado no veículo e não haverá manutenção da pista.  

11. Cada participante terá somente uma chance de dar a repuxada por classe de peso. E isso só é valido para a primeira puxada da classe em questão. (caso na primeira puxada não alcançar o Full-Pull).

 12. Fica a critério do participante se vai repuxar ou não, pois prevalecerá a última puxada, queimando a única chance que ele tem de repuxar.

 13. Se o último participante tem problemas com seu material numa classe, e avisa isto ao bandeirinha da largada antes do participante anterior ter deixado a pista, então ele ganha 5 minutos para fazer a puxada.  

14. Se o participante, sair com alguma parte do veículo da pista, desta forma queimando a faixa será advertido com uma bandeira vermelha e a sua evolução na pista deverá ser imediatamente abortada e o participante será automaticamente desclassificado da prova.

 15. Tratores da Super Stocks devem chegar em frente ao reboque com força própria, devendo deixar a pista, após a prova, com o auxílio de um rebocador.

 16. O retorno ao local de estacionamento e a movimentação neste local deverá acontecer lentamente.

 17. Se durante a prova houver perda excessiva de líquido (combustível, etc.) o competidor poderá ter a sua prova cancelada.  

18. Em caso de mau funcionamento do material da ABTT ou problemas com funcionários da organização, o participante ainda terá, após ter sido corrigido o erro, iniciar a sua prova imediatamente fazendo uso dos dois minutos válidos anteriormente e ainda tem a chance de adiar sua vez em cinco minutos.  

19. Para os participantes da prova de Trekker-Trek só é permitido participar de competições e demonstrações organizadas pela ABTT e quando for feito uso de um reboque aprovado pela mesma associação.  

20. Não é permitida a troca do tratorista durante a competição, salvo caso haja autorização do diretor de provas.  

21. É de responsabilidade do participante informar ao diretor de prova a quebra e conseqüentemente desistência da prova.  

XXXV – DESCRIÇÃO DAS FASES DA PROVA  

I – As “puxadas” se realizarão da seguinte forma:  

A) Primeira Fase Na primeira fase o competidor terá a oportunidade de realizar duas (2) puxadas para que atinja o “Full Pull”;  

A.1) Primeira Puxada – O juiz de prova determinará o peso de partida do reboque para a classe participante, onde todos realizarão suas puxadas;  

A.2) Segunda Puxada – Todos os participantes realizarão a segunda puxada com o mesmo peso do reboque utilizado na primeira puxada;  

A.3) Caso o competidor atinja o “Full Pull” na primeira puxada ele estará dispensado da segunda puxada;  

B) Segunda Fase – Só terão direito a participar da segunda fase e realizar a terceira puxada os competidores que fizerem “Full Pull” na primeira ou na segunda puxada;  

B.1) Terceira Puxada – O Juiz de Prova determinará a quantidade que deverá ser aumentada de pesos na carreta reboque para que todos que tenham passado para a segunda fase realizarem as suas puxadas;  

B.2) Quarta Puxada – Só acontecerá uma quarta puxada se mais de um competidor atingir o “Full Pull”;  

C) Caso nenhum competidor consiga realizar o “Full Pull” na primeira ou na segunda puxada, será considerado como resultado final a sua melhor puxada realizada, tomando como base a primeira e a segunda puxada.  

XXVI - COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO

   A competição está sob administração da comissão da competição que é composta pelas seguintes integrantes:  

A) Diretor da competição  

B) Bandeirinha de largada

C) Bandeirinha de chegada  

1. O diretor da competição tem aptidão de tomar decisões na competição. Estas decisões valem para todos os envolvidos.

 2. O diretor de prova tem poder absoluto de decisão, ficando sob sua responsabilidade a decisão final da prova.

  3. A comissão da competição deverá durante uma competição, fazer uso das regras conforme estão escritas no manual de regulamentos.  

4. É de competência da ABTT exigir que seu diretor de prova, fiscais e bandeirinhas tenham pleno conhecimento das regras da competição.  

XXXVII - DESCLASSIFICAÇÃO  

1. Um participante pode ser excluído de participar de uma competição por algum dos seguintes motivos:  

A) O veículo não satisfaz às exigências constantes do regulamento.  

A.1) A Comissão Técnica em comum acordo com o Juiz de Prova tem a competência de desclassificar um Trator que não satisfaz os regulamentos que constam no manual até no dia da competição.  

B) Comportamento antiesportivo do time.

 C) Perda de pesos lastros enquanto o veículo se encontrar na pista em movimento sob bandeira verde.  

D) Dirigir de forma insegura um veículo.  

E) Recusar bandeira vermelha.  

Obs: Para qualquer alteração feita no trator, as equipes deverão informar para a comissão técnica.    

XXXVIII– CATEGORIA SUPER AGRÍCOLA  

1.1) 2.500: 2.500 kg e potência livre

1.2) 3.500: 3.500 kg e potência livre

1.3) 4.500: 4.500 kg e potência livre

1.4) 5.500: 5.500 kg e potência livre

1.5) 6.500: 6.500 kg e potência livre

1.6) 7.500: 7.500 kg e potência livre

 OBSERVAÇÕES:  

No peso oficial estão inclusos: trator com piloto, combustível e equipamentos de segurança.

 * Deve-se dispor de no mínimo 100 kg de peso descontável.

 * O trator será pesado somente com a presença do piloto na plataforma de peso.

 XXXIX - PARTICIPAÇÃO:  

1. Todos os participantes de uma competição reconhecida pela ABTT (Associação Brasileira de Trekker Trek), devem impreterivelmente pagar a taxa de participação e a ficha cadastral atualizada (Taxa definida em Assembléia Geral Ordinária );

 2. Os participantes que pilotarem os tratores devem possuir a carteira nacional de habilitação valida;  

3. É proibida a participação em uma competição que não seja organizada pela ABTT ou por uma organização ligada a ela. Assim como, não é permitida a participação em competições que utilizem uma carreta reboque não aprovada e autorizada pela Comissão Técnica da ABTT;

   4. É proibida a participação do trator sem a realização da vistoria de segurança realizada com antecedência pela Comissão Técnica do Trekker Trek;

 5. As Equipes devem assinar, antes das competições, uma ficha de inscrição confirmando as categorias participantes, e observações necessárias, além do termo de responsabilidade quanto a acidentes com sua máquina, equipamentos e acessórios, este, porém podendo ser anual;  

XL - REGISTRO DO TRATOR:  

1. Cada Trator deve ter um número ou um nome de registro que esteja de forma visível nos dois lados do veículo.  

XLI - PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÃO:  

1. Um trator, na Categoria Super Agrícola, pode ser inscrito em no máximo três (3) classes de peso, mas apenas uma (1) vez em cada classe, sendo que o piloto poderá participar no máximo em duas (2) classes.

2. Para cada participação será obrigatório o pagamento da taxa de inscrição, sendo assim se o Trator participar em três (3) classe ele deverá contribuir com três (3) taxas de participação, a qual será definida em Assembléia Geral Ordinária.  

3. Em cada campeonato, as classes mencionadas com antecedência são percorridas, mas a seqüência pode ser modificada.  

XLII – REGULAMENTOS ESPECIFÍCOS CATEGORIA SUPER AGRÍCOLA:

 1. Trator original;

 2. Usar no máximo uma turbina;

 3. Engate original;

 4. Altura máximo de engate 55 cm ;  

5. É permitido adequar o peso na categoria (tirar braços hidráulicos, lastros, mas não será permitido retirar a lataria).  

6. Tratores que ultrapassarem 3.000 rpm serão considerados como tratores da categoria Super Stock e deverão obedecer aos regulamentos desta categoria.  

7. Para a colocação dos pesos lastro traseiro não é permitido que se ultrapasse o raio do pneu traseiro de forma que não se ultrapasse o limite superior e o limite traseiro do pneu, conforme podemos visualizar na figura 2.    

Figura 2: Colocação de pesos lastros traseiros.

8. Os pesos lastros traseiros não poderão impedir e ou dificultar o acesso a barra de engate;

 9. É necessário uma vistoria da Comissão Técnica da ABTT para que o trator tenha a sua participação permitida nas competições organizadas pela ABTT;

 10. Todos os tratores devem estar com suas latarias originais, especialmente os pára-lamas traseiros.       

 1. Classe 2.500

- Peso com piloto: 2.500 kg .

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- Não é permitido o uso de turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

 

2. Classe 3.500

- Peso com piloto: 3.500 kg

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- Não é permitido o uso de turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

 

3. Classe 4.500

- Peso com piloto: 4.500 kg

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- É permitido o uso de um (1) turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

   

4. Classe 5.500

- Peso com piloto: 5.500 kg

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- É permitido o uso de um (1) turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

 

5. Classe 6.500

- Peso com piloto: 6.500 kg

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- É permitido o uso de um (1) turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

 

6. Classe 7.500

- Peso com piloto: 7.500 kg

- Potência livre

- Pneu traseiro : Livre

- Não é permitido o uso da tração dianteira

- É permitido o uso de um (1) turbo

- Bomba Injetora livre

- Limite de Rotação 3.000 rpm

   XLIII - REGRAS DA COMPETIÇÃO

 XLIV - PNEUS

  1. A participação só é possível com tratores/veículos com pneus de borracha;

 2. Tração nas quatro, pneu duplo, roda de ferro e correntes não são permitidos.

 XLV - REGRAS GERAIS

 1. É necessário o laudo de vistoria da Comissão Técnica para a participação nas competições organizadas pela ABTT;

 2. Os veículos devem sempre ser conduzidos de forma segura. A comissão Técnica tem o direito de excluir um participante de participar caso ele não cumpra as exigências de segurança;

 3. O motor de um veículo participante pode ser acionado somente quando o tratorista estiver no assento. Somente quando o motor estiver completamente parado, o tratorista poderá deixar o veículo;

 4. É permitido somente ao tratorista estar num veículo em movimento. Pegar carona é proibido durante toda a área da competição;  

5. É rigorosamente proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelo piloto e ajudante antes do início da competição e durante a mesma. Para eles é igualmente proibido fumar na pista de competição e no eventual local da apresentação.

 6. Somente o piloto com um ajudante está autorizado a entrar na pista da competição. No caso de um outro sócio do time se encontrar na pista sem autorização, pode-se até desclassificar o veículo. É considerada pista, a faixa onde acontece a competição, com uma margem de segurança de 10 metros estabelecida pela organização da competição.

 7. Um participante pode ser impedido de participar quando se comportar de maneira antiesportiva diante de outro participante, funcionário ou diante de um espectador.

 8. Cada participante tem o direito de apresentar um protesto contra a direção da competição ou contra um outro participante de sua categoria por escrito, com uma taxa de R$ 100,00 reais. Isto somente, enquanto a categoria em questão não estiver oficialmente terminada.

 9. Numa competição todos os participantes são obrigados a assistir uma reunião de participantes, que é feita uma (1) hora antes do início da competição, pela direção da competição.

 XLVI - PISTA E FUNCIONÁRIOS DA PISTA

 1. As competições devem acontecer numa pista de terra, com um comprimento de cem (100) metros e com uma continuação livre de no mínimo vinte (20) metros no inicio e trinta (30) metros no final da pista. A pista de terra deve ter uma largura de no mínimo dez (10) metros e no máximo doze (12) metros. Com faixa de segurança de dez (10) metros de cada lado.

  2. A pista deverá receber manutenção após cada puxada completada, mas poderá ser molhada somente entre uma categoria e outra.

 3. Durante a prova, ninguém, exceto os funcionários da pista e o tratorista do veículo, tem acesso à pista. Considerada-se pista, a mesma e mais uma margem estabelecida pela organização.

 4. Em cada prova deverão estar presentes os bandeirinhas da largada e chegada.

 5. Quando a bandeira vermelha estiver sendo mostrada ao participante por um dos bandeirinhas, ele deve permanecer parado ou parar imediatamente.

 Em caso de transgressão dessa regra, segue desclassificação da prova realizada.

 6. O bandeirinha da largada é sempre responsável pela acomodação do reboque.

 OBSERVAÇÕES:

 I - O tratorista deverá manobrar o trator a frente da carreta, em seguida colocar o veículo em neutra (ponto morto) e tirar o pé da embreagem;

 II - Um funcionário da ABTT irá acoplar a carreta ao trator;

 III - Somente esticar a corrente para a posição de largada com autorização do bandeirinha, são medidas de segurança.

 7. É proibido fumar e consumir bebidas alcoólicas durante as provas para funcionários da pista.

 XLVII - A PROVA  

1. "PROVA" - É uma competição dentro da Categoria Super Agrícola, classes 2.500, 3.500, 4.500, 5.500, 6.500 e 7.500.

 2. "PUXADA" - É a puxada de todos os competidores com o mesmo peso na carreta.

 3. “FULL PULL” – É a puxada realizada até o final da pista, superando o limite final dos 100 metros .

 4. “REPUXADA” – É quando o competidor aborta a sua puxada antes dos 20 metros , assim tendo o direito a uma repuxada logo a seguir.

 OBSERVAÇÕES:  

I – As “puxadas” se realizarão da seguinte forma:

 A) Primeira Puxada – O juiz de prova determinará o peso de partida do reboque para a classe participante, onde todos realizarão suas puxadas;

 B) Segunda Puxada – Serão eliminados trinta por cento (30%) dos competidores já na primeira puxada, e serão aquele que obtiverem as menores marcas, caso houver empate serão eliminados pelo tempo que utilizaram para realizarem suas puxadas. Caso se necessite de uma arredondamento para o número de eliminados ele será para cima;  

C) Terceira Puxada – Serão eliminados o restante dos competidores para somente três (3) tratores terão direito a terceira puxada. Serão eliminados aqueles que obtiverem as menores marcas, caso houver empate serão eliminados pelo tempo que utilizaram para realizarem suas puxadas. A partir da terceira puxada se conhecerá o resultado final da Classe;

 5. Cada participante deverá iniciar a sua puxada dentro de dois minutos após acomodação do reboque na posição de largada, e após ter sido dado o sinal pelo bandeirinha da largada. Quando o bandeirinha da largada é alertado pelo participante que o mesmo está com problemas, este participante pode ter sua vez adiada, sendo o período máximo, o intervalo de uma alteração de peso no reboque. 

6. Cada Trator deverá iniciar sua puxada com a corrente bem esticada. Dar tranco não é permitido, nem mesmo durante a prova.

 7. Entende-se como puxada, o deslocamento do reboque a uma distância mensurável.

 8. Um participante só poderá iniciar sua puxada quando o bandeirinha da largada e da chegada derem bandeira verde.

 9. Se um participante parar o reboque por vontade própria, soltando o acelerador de mão antes de ultrapassar a linha de 30 metros e sem ter sido dada bandeira vermelha, então este participante, poderá repetir a puxada uma (1) vez por classe. Automaticamente fica cancelado o resultado da primeira prova.  

10. Após uma parada espontânea, nada poderá ser alterado no veículo e não haverá manutenção da pista.  

11. Cada participante terá somente uma chance de dar a repuxada por classe de peso. E isso só é valido para a primeira puxada da classe em questão. (caso na primeira puxada não alcançar o Full-Pull).  

12. Fica a critério do participante se vai repuxar ou não, pois prevalecerá a última puxada, queimando a única chance que ele tem de repuxar.

 13. Se o último participante tem problemas com seu material numa classe, e avisa isto ao bandeirinha da largada antes do participante anterior ter deixado a pista, então ele ganha 5 minutos para fazer a puxada.  

14. Se o participante, sair com alguma parte do veículo da pista, desta forma queimando a faixa será advertido com uma bandeira vermelha e a sua evolução na pista deverá ser imediatamente abortada e o participante será automaticamente desclassificado da prova.

 15. Tratores da Categoria Super Agrícola devem chegar a frente ao reboque com força própria, devendo deixar a pista, após a prova da mesma forma, com força própria.  

16. O retorno ao local de estacionamento e a movimentação neste local deverá acontecer lentamente.  

17. Se durante a prova houver perda excessiva de líquido (combustível, etc.) o competidor poderá ter a sua prova cancelada.  

18. Em caso de mau funcionamento do material da ABTT ou problemas com funcionários da organização, o participante ainda terá, após ter sido corrigido o erro, iniciar a sua prova imediatamente fazendo uso dos dois minutos válidos anteriormente e ainda tem a chance de adiar sua vez em cinco minutos.  

19. Para os participantes da prova de Trekker-Trek só é permitido participar de competições e demonstrações organizadas pela ABTT e quando for feito uso de um reboque aprovado pela mesma associação.  

20. Não é permitida a troca do tratorista durante a competição, salvo caso haja autorização do diretor de provas.  

21. É de responsabilidade do participante informar ao diretor de prova a quebra e conseqüentemente desistência da prova.  

XLVIII - COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE COMPETIÇÃO  

A competição está sob administração da comissão da competição que é composta pelas seguintes integrantes:  

A) Diretor da competição

B) Bandeirinha de largada

C) Bandeirinha de chegada

1. O diretor da competição tem aptidão de tomar decisões na competição. Estas decisões valem para todos os envolvidos.

2. O diretor de prova tem poder absoluto de decisão, ficando sob sua responsabilidade a decisão final da prova.

3. A comissão da competição deverá durante uma competição, fazer uso das regras conforme estão escritas no manual de regulamentos.

4. É de competência da ABTT exigir que seu diretor de prova, fiscais e bandeirinhas tenham pleno conhecimento das regras da competição.

XLIX - DESCLASSIFICAÇÃO

1. Um participante pode ser excluído de participar de uma competição por algum dos seguintes motivos:

A) O veículo não satisfaz às exigências constantes do regulamento.

B) Comportamento antiesportivo do time.

C) Perda de pesos lastros enquanto o veículo se encontrar na pista em movimento sob bandeira verde.

D) Dirigir de forma insegura um veículo.

E) Recusar bandeira vermelha.

Obs: Para qualquer alteração feita no trator, as equipes deverão informar para a comissão técnica.

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COMISSÃO TÉCNICA

PEDRO GROOT (19) 3802-1118 - E-mail: pedrogroot@holnet.com.br

HENRIQUE REIJERS (19) 3802-1478 - E-mail: hreijers@holnet.com.br

Obs: Para qualquer alteração feita no trator, deverá ser informado para a comissão técnica.

Comissão Organizadora TREKKER-TREK